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Movimento divulga ranking das 100 startups mais atraentes para o mercado

Escolha foi feita entre 1,5 mil projetos; saúde, educação, recursos humanos e mobilidade são as principais áreas de atuação

GISELE TAMAMAR, ESTADÃO PME

De um lado, o desafio das startups é conseguir investimento para fazer o projeto acontecer e desenvolver o mercado. Do outro, as grandes empresas têm dificuldades para inovar e investem cada vez mais em programas de inovação na sua área de atuação. É aí que surge o movimento ‘100 Open Startups’ com a proposta de conectar os dois lados. O movimento identifica as 100 startups brasileiras mais atraentes para grandes empresas e promove essa interação. Veja a lista aqui.

Reprodução

Diferentemente dos programas de inovação promovidos pelas próprias empresas, que buscam soluções direcionadas para seus problemas, o ‘100 Open Startups’ debate grandes temas da sociedade, ou seja, as startups apresentam soluções que podem gerar projetos-piloto para empresas de diferentes áreas.

O ranking foi definido a partir de 1,5 mil startups que participaram do movimento entre julho e dezembro. A pontuação é baseada no próprio interesse das grandes pelas startups. As líderes, por exemplo, chamaram a atenção de 23 companhias. Um grande encontro dos empreendedores para um networking está previsto para o dia 22 de fevereiro, no 8º Open Innovation Week, em São Paulo.

O ‘100 Open’ é um programa do Wenovate, uma organização criada por investidores que conecta pessoas e instituições em torno de programas de inovação aberta. Atualmente, 50 grandes empresas fazem parte dessa rede, como IBM e 3M. Veja a lista dos ‘amigos da inovação’ aqui.

Do ranking atual, 95% das startups estão prontas para realizar projetos pilotos, 60% já faturam e cerca de 30% receberam investimento superior a R$ 300 mil. O fundador da Wenovate, Bruno Rondani, explica que a ideia é manter o ranking ‘vivo’ e atualizado a cada três meses, conforme a entrada de novas startups e o interesse das empresas.

Líderes. Duas startups aparecem no topo do ranking: Nama e Virtual Care. A primeira está focada em criar relações mais naturais e inteligentes com o computador e oferecer soluções de atendimento (mensagem ou voz) via inteligência artificial. A empresa lançou a plataforma Babe há dois meses, que permite a automatizar a conversa entre empresas e consumidores. Robôs de inteligência artificial funcionam como atendentes 24 horas por dia, onde toda a conversa fica registrada, e em caso de algum problema, uma pessoa pode assumir o atendimento.

A proposta é conectar diversos serviços na plataforma, deixá-la cada vez mais inteligente para o robô conseguir responder de uma forma mais precisa e oferecer o serviço certo para o usuário, como a compra de passagens, pedir um táxi ou entrar em contato com o SAC para pedir a segunda via de um boleto, por exemplo.

O fundador da Nama, Rodrigo Scotti, se interessou pelo Open Innovation por conta da visibilidade e modelo trabalhado. “A ideia de se aproximar de empresas fala mais alto do que investidores. Queremos conhecer, saber o que eles acham”, conta Scotti. A Nama já recebeu R$ 400 mil de investimento-anjo para criar a tecnologia.

https://vimeo.com/122682460

Kiosk Nama from Rodrigo Scotti on Vimeo.

A Virtual Care foi a outra empresa que gerou o maior interesse com um conceito dentro do mercado de wearable devices, especificamente com uma pulseira. Mas ao invés de seguir o caminho fitness, o foco é entender o comportamento do usuário e o estado de saúde do idoso para identificar qual doença ele estaria desenvolvendo. “A expectativa é que seja um ponto de mudança de cultura e ainda uma ferramenta para o médico dar o diagnóstico com dados concretos”, afirma Marco Salles, sócio da empresa com Antonio Valério Neto e Onofre Neto.

A proposta é conquistar operadoras e seguradoras de saúde como clientes, mas a startup não descarta vender diretamente para o consumidor. “A ideia da operadora é redução de custo. Trabalhar saúde em vez de doença”, diz Salles.

Rede. “Queremos tirar essa visão de empreendedor herói e colocar como uma profissão, um tipo de carreira. Não existe um perfil ideal de empreendedor”, destaca Rondani. O fundador explica a proposta da plataforma é funcionar como um ‘Tinder da inovação’ para juntar empreendedores e grandes empresas para desenvolver projetos-piloto.

A Wenovate atua como uma entidade sem fins lucrativos, aberta a todos. A empresa que aderir se compromete a investir nas startups e a avaliar os projetos. E a startups que conseguirem investimento de empresas de fora do grupo precisam convidá-la a entrar no grupo. “É um processo de rede, inspirado na economia compartilhada, de dar e compartilhar conhecimento”, afirma Rondani.

 

Ver notícia completa:

http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,movimento-divulga-ranking-das-100-startups-mais-atraentes-para-o-mercado,6175,0.htm

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ETAPA 3 – ENCONTRO NAS CAPITAIS DA INOVAÇÃO

Olá Empreendedores,

Estamos orgulhosos em reportar a vocês que o Movimento Open Startups concluiu o processo de avaliação de mercado com a participação de mais de 400 executivos das 50 empresas líderes conectadas. Estas avaliações possibilitaram a categorização das 1.493 iniciativas recebidas e as startups consideradas mais atraentes pela rede de avaliadores das empresas foram convidadas para a participação na próxima Etapa 3 – Encontro nas Capitais do Movimento.

Torcemos para que você já tenha recebido seu convite, mas caso não localize a sua proposta na lista abaixo, mas acredita que deveria estar entre estas convidadas, você ainda tem chance de apresentar a sua proposta através do Open Pitch. Entenda este processo e consulte as Capitais onde ele estará disponível [SAIBA MAIS – OPEN PITCH]

E para aqueles que querem conhecer mais e acompanhar os trabalhos dos empreendedores e das bancas, inscreva-se nos encontros das Capitais da Inovação e aproveite esta oportunidade de ampliar seu networking e se aproximar desse ecossistema [AGENDA OFICIAL]

STARTUPS CONVIDADAS | ETAPA 3 – ENCONTRO NAS CAPITAIS DA INOVAÇÃO

Caso você esteja nesta lista mas não tenha recebido a mensagem com orientações detalhadas dos próximos passos envie um email para atendimento@wenovate.org.

NomeCapital da Inovação
3daysRio de Janeiro
Agenda KidsRecife
AgraizCampinas
AgVali São Paulo
AlfatechSão José dos Campos
Aliado - A empresa de cobrança na webSão Paulo
Allgoo Financial Analytics & AISão José dos Campos
AlmaRio de Janeiro
APROM - Projetos Industriais Campinas
ASAPPSão Paulo
Atestados.MedRecife
atud sustentação de tecnologiaSão Paulo
BBrokerCuritiba
Beenoculus Tecnologia ltda.Curitiba
Beevy Tecnologia, Comunicação e EntretenimentoFlorianópolis
BelugaDBSão Paulo
BemSustentável Produtos & ServiçosManaus
BioRecife
BioRepair Indústria e Comércio de Biomateriais para uso Médico OdontológicoRio de Janeiro
Blue MindCuritiba
BlueluxBelo Horizonte
Bom BemRio de Janeiro
BookshareCuritiba
CellSeq SolutionsBelo Horizonte
Cicloteo ReciclagemRecife
ClapMeSão Paulo
Click Água e GásRecife
ColOff IndustrialSão Paulo
CONAF - Gerenciamento e Controle de Navegação FluvialManaus
Conecta CondominiosBelo Horizonte
Confirm8São Paulo
Construct LATAMBelo Horizonte
ContadorXCuritiba
Conteúdo sob DemandaCuritiba
ControlySão Paulo
CRIO Rio de Janeiro
CropWatchBrasília
CUG ConsultoriaRio de Janeiro
De Mala e CuiaManaus
DICOM Grid BrasilSão Paulo
Dr CUCOFlorianópolis
Droneng Drones e EngenhariaCampinas
DSPGeoCampinas
DunningFlorianópolis
easySubseaRio de Janeiro
Eco BikeManaus
EcomitisoRecife
e-ConsultarBelo Horizonte
Editora VivaRecife
Eduapps: Free Authoring Tool for Mobile LearningCuritiba
EducacrossCampinas
EdudreamRecife
Elfus - Soluções de Vanguarda em EducaçãoRio de Janeiro
Engenho Soluções e Inovações TecnológicasManaus
Escola de InventorCampinas
eStoks Logística Reversa IntegradaRecife
Eventplatz Recife
Fashion NowRio de Janeiro
FindMeRecife
Fleeber Serviços OnlineSão Paulo
Food For FunRecife
FoodTraders - conectando o Food ServiceRio de Janeiro
Forest RevolutionSão José dos Campos
Funmedia EducacionalSão José dos Campos
GBS - Green Burner SystemBrasília
Genoprimer Diagnóstico MolecularCuritiba
GeoProfit Strategy - GPSRecife
Get DeliveryManaus
Go TouchSão José dos Campos
guardasaúdeFlorianópolis
HCP2São Paulo
HerdcontrolFlorianópolis
High Tech BrasilManaus
i0t SoluçõesBelo Horizonte
Innovia MentoringSão Paulo
Instituto Gatti de Pesquisa e Engenharia BiomédicaFlorianópolis
IntelectronSão José dos Campos
Intradebook ltdaFlorianópolis
iPlantão - Gestão de equipes em SaúdeCampinas
ISO4ALLBelo Horizonte
IZagroCampinas
JáTá ChegandoCampinas
Joy StreetRecife
Just Ads ExpressCuritiba
Laudos.netBrasília
Leva EuCampinas
Litma TecnologiaFlorianópolis
LiveStrixSão Paulo
Livre - Soluções em mobilidadeSão José dos Campos
Look My Look Florianópolis
LyntekRio de Janeiro
Making The Difference - MTDBrasília
Matere EducacionalCampinas
MatlabsCampinas
maxitCampinas
MaxProteinCampinas
MCare Belo Horizonte
Me Passa AíRio de Janeiro
Mediação Online Startup Blog BrasilRio de Janeiro
Medical AppFlorianópolis
Meerkat - Soluções em Visão ComputacionalFlorianópolis
Menni - Seu Garçom VirtualBrasília
MEU - Movimento de Empreendedorismo UniversitárioManaus
Mobcar Tecnologia AutomotivaRecife
MovpakRecife
MPROEJCTS Soluções em InformáticaRecife
NaveggarManaus
NEARBEECampinas
NetbeeBelo Horizonte
NFC SmartBookManaus
NUERecife
Número 1 Toilette PortátilFlorianópolis
NutrieducCuritiba
NutriSoft Brazil - Plataforma de Acompanhamento Nutricional OnlineSão Paulo
OG INTCOMRio de Janeiro
OhBikerSão Paulo
Omnize Software LtdaSão Paulo
OsteovitaSão José dos Campos
Pandô APPsSão José dos Campos
Pay2GoSão Paulo
Pedalapp - Inteligência em Mobilidade UrbanaRio de Janeiro
PentaOne - O Robô Delta Colaborativo da PensysFlorianópolis
PickMeAppBelo Horizonte
PlugaRio de Janeiro
POP RecargaBelo Horizonte
Portal Imobiliário Via ImóveisFlorianópolis
Portal WorkbookSão Paulo
Previseme Suporte InteligenteCuritiba
PrintGreen3DSão Paulo
Pris Propriedade IntelectualBelo Horizonte
PROSUMIRFlorianópolis
Protos Sistemas e ProjetosRio de Janeiro
QeepmeBelo Horizonte
QualyStickerBelo Horizonte
Quero.laSão José dos Campos
RankMyAppSão Paulo
Rede SaúdeBrasília
Revolog (empresa: LogPyx)Belo Horizonte
RFIDBRASILRio de Janeiro
RSU BrasilCampinas
SaleSIM Recife
SaveGrid Energia InteligenteBrasília
ScoolaRecife
ScreenS - Segunda tela em segundosRio de Janeiro
SEnergy - Smart EnergyBelo Horizonte
SensesBrasília
SetupmyteamRecife
Seu ContratoCuritiba
Shact - Share and ConnectSão Paulo
ShopMobiRio de Janeiro
Sii TechnologyBelo Horizonte
Solides Tecnologia S.A.Belo Horizonte
SOLPECampinas
Soluz EnergiaFlorianópolis
Sou GenialSão Paulo
SpediA Soluções Tecnológicas São Paulo
SportsTechCampinas
SquidbossSão José dos Campos
StandoutSão Paulo
Step.Box - Serviços de Transporte de Entregas PartilhadaRecife
StoryMaxSão Paulo
Supê AgroSensorCampinas
SuperClient Solutions LtdaSão José dos Campos
SW2 Soluções em TICampinas
Task LabsBelo Horizonte
Ti.Mob Tecnologia e Soluções em MobilidadeBelo Horizonte
Tippz MobileBrasília
TracknMeSão Paulo
TreineiSão Paulo
Tribos - Class CardManaus
TriplinRio de Janeiro
Tster - Prototyping tool for iPhoneFlorianópolis
Tudo Nos TrinquesRio de Janeiro
UbivisCuritiba
UniradioFlorianópolis
UP - Treinamento e Desenvolvimento ProfissionalBelo Horizonte
UpBrainCampinas
UrbotipFlorianópolis
Válvula de Gás Inteligente / APP S.O.S GásFlorianópolis
Vetra - Biocerâmicas de alta tecnologia para fabricantes de biomateriaisCampinas
Vetra - Materiais Bioativos de Alta TecnologiaCampinas
VineoSão Paulo
Virtual CareSão Paulo
VIS TechnologySão Paulo
VisiLog - Sistemas de Otimização e Inteligência GeográficaSão Paulo
VRMonkeySão Paulo
Want2PlayRio de Janeiro
WariBelo Horizonte
Wearable Sun BlockBelo Horizonte
WooleSão Paulo
ZapIn Tecnologia e InformaçãoBrasília
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Open Pitch

PROCESSO OPEN PITCH | MOVIMENTO OPEN STARTUPS

Se você acredita que a sua startup deveria estar entre as classificadas para apresentação na próxima etapa do movimento – Encontros nas Capitais da Inovação, inscreva-se no Open Pitch e candidate-se! Você ainda tem chance de apresentar a sua proposta para as bancas oficiais nestes encontros do Movimento Open Startups.

Uma hora antes do início do evento em cada Capital, empreendedores que completarem o processo de inscrição, poderão ser chamados ao palco e terão 1 (um) minuto para convencer a direção do programa a convidá-los para apresentação durante a final junto as startups já classificadas.

As aprovadas terão o tempo padrão das demais e poderão, com os mesmos recursos, apresentar seu pitch aos investidores e especialistas da banca oficial do evento e terem a chance de estar entre as 100 startups mais atraentes do ano.

O Open Pitch será oferecido nos eventos das seguintes Capitais: Brasília, Curitiba, Florianópolis, Manaus, Recife, Rio de Janeiro, São José dos Campos e São Paulo.

Para participar você deve seguir 4 passos:

1º passo: Cadastrar a sua startup na plataforma [LINK]. Mesmo que você já faça parte de algum dos processos do Movimento Open Startups, você deve acessar este link e seguir as instruções;

2º passo: Concluir sua inscrição no evento selecionando a Capital na qual pretende concorrer. Veja a agenda oficial completa e complete a sua inscrição nos links indicados [LINK AGENDA OFICIAL]

3º passo: Estar presente no dia da final da Capital escolhida PONTUALMENTE 1 hora e 15 minutos antes do início oficial do evento. Apenas serão considerados “candidatos” aqueles que cumprirem o horário, finalizarem o pagamento da inscrição e preencherem os formulários da plataforma (links acima).

4º passo: Aproveitar o networking deste dia, conhecer as propostas dos colegas empreendedores, acompanhar os trabalhos dos jurados e torcer para que a sua solução seja selecionada!

OBS: você deve estar preparado para ser chamado! Leve um pendrive com a apresentação de sua proposta para o possível pitch durante o evento (pitch 6 minutos + Q&A 4 minutos) que será utilizada apenas se você for convidado pela banca.

Boa sorte!

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CAPITAL DE INOVAÇÃO: MANAUS

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Veja <aqui> como foi o Encontro da Capital da Inovação Manaus!

O empreendedorismo despertado pela presença de grandes empresas na região faz a Capital da Inovação Manaus se conectar ao movimento Open Startups com força total!

O maior Estado do Brasil possui a maior floresta tropical do mundo com 98% de sua área preservada. Aliando seu potencial ecológico a uma política de negócios embasada na sustentabilidade, a capital do Amazonas tornou-se a 6ª cidade mais rica do país.

Parte deste sucesso se deve ao Polo Industrial de Manaus (PIM), um modelo de desenvolvimento regional que abriga inúmeras empresas nacionais e internacionais, gerando mais de 100 mil empregos diretos e um faturamento de 35 bilhões de dólares em 2010. O PIM é o principal mecanismo irradiador do desenvolvimento no modelo Zona Franca de Manaus, que concede incentivos fiscais para a produção. Esta política de incentivos gera emprego, renda e aumento da arrecadação de tributos federais, estaduais e municipais não só no Amazonas, onde está situado o PIM, mas nos demais Estados da Amazônia Ocidental (Roraima, Acre, Rondônia), além das cidades de Macapá e Santana,
no Amapá (a área de atuação do modelo Zona Franca de Manaus).

As microempresas e as empresas de pequeno porte alcançaram em 2014 um total de 82.567 novos negócios, frente aos 73.250 em 2013, um crescimento modesto, mas que continua gerando novos negócios.

Segundo pesquisa da Endeavor (2014) sobre as capitais brasileiras quase 60% da população diz acreditar que os empreendedores são os principais responsáveis pelo desenvolvimento do Brasil. MANAUS foi a capital líder em cultura empreendedora segundo a pesquisa e sua Zona Franca funciona como um potencializador de negócios na região, atraindo empresas e investimentos públicos.

Apesar das dificuldades encontradas com relação a infraestrutura, por exemplo, há espaço para melhorias que gerem oportunidades de negócio.

Manaus é praticamente um estado dentro de outro estado,e é o maior corredor de exportação para os países do Mercosul, ficando a poucas horas de vôo para Miami, por exemplo, e com isso o escoamento dos produtos e serviços são mais facilitados. Manaus é uma das cidades mais globalizadas do Brasil e atrai investimentos e empresas que se instalam objetivando empreender projetos, produtos e negócios objetivando reduzir carga tributária e comercializar com maior competitividade.

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CAPITAL DA INOVAÇÃO: RECIFE

RECIFE

Veja <aqui> como foi o encontro da Capital da Inovação Recife!

Aos empreendedores interessados em conhecer mais sobre o ecossistema de empreendedorismo em Recife e região, veja o que nossos parceiros descreveram sobre o amadurecimento deste ambiente!

A Capital da Inovação Recife é a cidade de inovação e tecnologia que representa o Brasil. Apelidado pelo Exame como o “Vale do Silício brasileiro”, não será diferente para o movimento 100 Open Startup!

A aceleradora JUMP Brasil, Porto Digital, Instituto Talento Brasil e Grupo Jereissati junto com o movimento 100 Open Startup estão prontos para receber os empreendedores e conectá-los à rede de empreendedorismo e inovação para alcançarem os próximos níveis.

Na região do Porto Digital, existem 250 empresas instaladas que totalizou um faturamento de R$ 1 bilhão em 2014. As empresas além de receberem incentivos fiscais, estão num ambiente onde a troca de conexões e conhecimentos acontece a todo momento. Como por exemplo, o programa colaborativo Playble City que reuniu organizações e profissionais do Reino Unido e de Pernambuco, incluindo artistas, produtores criativos para desenvolver novas ideias de interseção de arte, tecnologia, sociedade e cultura nas cidades.

Dentro deste mesmo ambiente, a aceleradora Jump Brasil se estabelece como um grande alavancador de startups, tendo 5 aceleradas neste momento. No mesmo prédio, a encubadora Cais do Porto está presente. No térreo, um espaço de coworking com forte networking, recebendo frequentemente meetups, eventos, workshops voltados à comunidade. Já é considerado como a “casa de Startup” que representa Recife.

Num dos prédios que era um armazém abandonado, hoje está instalado o CESAR. Um dos maiores centros de inovação e tecnologias do país. Faturou no ano passado mais de R$80 milhões, tendo no portfólio os grandes empresas como instituto Coca-Cola e Telefônica VIVO. Além de ter outras iniciativas como a aceleradora Cesar.labs e centro de educação Cesar.edu para ajudar ainda mais o ecossistema da região.

Pra quem está atrás de big money, existem também os fundos de investimentos. Os mais famosos são o Triaxis Capital, uma das cogestora do Criatech 2 e o IKEWAI do Sílvio Meira e Teco Sodré.

No âmbito acadêmico, há o famoso CIn – Centro de Informática da UFPE que é considerado um dos melhores centros do mundo na área de tecnologia da informação, e é o berço de vários profissionais e empreendedores de renome que se destacam no Brasil.

Além dessas instituições, temos um ecossistema bastante forte para os empreendedores: Sedeamos anualmente o Campus Party Recife, juntando todo o Brasil e o mundo pra falarmos de tecnologia, design, até de cidades inteligentes; Recebendo pela primeira vez o programa de pré-aceleração da Techstars, o Startup Next; Tivemos sete edições de Startup Weekend apenas em 2015, com temas variados como impacto social, educacional, educacional para crianças, público feminino, público universitário, etc.

Vários espaços de coworking espetaculares como o coworking “executivo” Workspot, o espaço maker Fab Lab Recife. The Impact HUB, no centro do Recife Antigo bem em frente à Rua do Bom Jesus, famosa pelos blocos de carnaval e primeira sinagoga da América.

Para juntar tudo isso, a comunidade de startup Manguez.al está ai pra conectar empreendedores, makers, designers, desenvolvedores, pra fomentar e beneficiar o ecossistema empreendedor.

Por incrível que pareça, toda pluralidade e mistura não causa estranheza. Pelo contrário: eleva todo o nível dos empreendedores por essa multiculturalidade e inquietude que está na atmosfera recifense. Num lugar onde os prédios históricos abrigam a criação do futuro, a cidade está repleta de oportunidades com um ambiente pronto para abraçar os empreendedores e torná-los os maiores em linha reta do mundo.

Referências:
http://jumpbrasil.com
http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/recife-o-vale-do-silicio-brasileiro

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Desafio Paraná de Startups 2015

curitibaO que é: o Desafio Paraná de Startups é uma competição que reconhece as melhores startups do Paraná.

Quem pode participar: startups e estudantes (de graduação, pós graduação ou mestrado) que já tenham uma startup ou que tenham uma ideia de negócio.

Não é necessário ter um cnpj para participar.

Desafio Paraná de Startups é uma iniciativa de essencial de apoio aos empreendedores paranaenses para que alcancem visibilidade a nível nacional e internacional. A competição sem dúvidas promove o ecossistema de startups do Paraná, ajudando cada vez mais startups.

As melhores equipes vão passar por uma banca final de seleção com pessoas da academia e investidores no dia 7 de dezembro em Curitiba no Sistema FIEP. As vencedores dessa banca vão para a etapa nacional em São Paulo no Desafio Brasil na semana de Open Inovation em fevereiro de 2016. Essas equipes também irão se apresentar para grandes empresas no Movimento 100 Startups, concorrendo com startups de todo o Brasil. A melhor startup a nível nacional contemplará, além de prêmios em consultorias e networking com grandes indústrias que participam do movimento como 3M e Boticário, uma vaga no programa Seedstars World na Suíça.

As inscrições para o Desafio Paraná foram prorrogadas até dia 1º de novembro e as inscrições podem ser feitas pelo site: www.pr.senai.br/desafio

Depoimento de Clayton, da Fleety, empresa vencedora do Desafio Senai de Startups 2014 e vencedora do 3º lugar do Desafio Brasil em São Paulo: “Eu sempre contribuirei no que for possível e necessário no Desafio Paraná de Startups. Participar do Desafio Senai de Startups do ano passado (que agora é Desafio Paraná de Startups) foi um privilégio que abriu definitivamente as portas para outras conquistas do Fleety. Do Desafio Senai fomos para o Desafio Brasil e conquistamos dois premios: 3° geral nacional + prêmio Edital Senai Sesi de Inovação. E dali fomos nomeados para o Startup Brasil e para o programa de aceleração da Abril Plug and Play nos Estados Unidos!”

Depoimento de Marisângela Brittes da Medcloud, vencedora do 2º Lugar do Desafio Senai de Startups 2014 e finalista a nível nacional: “Pessoal, para quem não conhece o Desafio Senai, eu tive a oportunidade de ser finalista estadual e nacional no ano passado, apresentando em bancas nacionais e internacionais. Super recomendo, experiência de vida e empreendedorismo que deve ser aproveitada. Participem!”

Você, empreendedor ou estudante, que tem uma startup de alto impacto ou uma ideia de negócio e acredita no seu potencial, não deixe de se inscrever nessa competição!

Site para inscrições: www.pr.senai.br/desafio
Dúvidas: desafio@pr.senai.br

CAPITAL DA INOVAÇÃO: FLORIANÓPOLIS

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Veja <aqui> como foi o Encontro da Capital da Inovação Florianópolis!

A Capital da Inovação Florianópolis reuniu os grandes players da região e reforça suas ações de conexão entre startups e grandes empresas no Movimento 100 Open Startups!

A Recepeti-Rede Catarinense de Inovação reúne entidades públicas e privadas de SC e proporciona a integração com incubadoras, parques tecnológicos, núcleos de inovação tecnológica e outros atores. Estes parceiros se unem com um objetivo comum: fomentar a participação de empreendedores da região que estão dispostos a desenvolverem suas ideias inovadoras em conjunto com as grandes empresas do movimento Open Startups.

Aos empreendedores interessados em conhecer mais sobre o ecossistema de empreendedorismo em Florianópolis e região, veja o que nossos parceiros de lá descreveram sobre o amadurecimento deste ambiente:

Excelentes universidades, polo inovador e sustentável, incentivos fiscais, aliados a uma excelente qualidade de vida, com praias encantadoras, o melhor IDH e os melhores índices de mobilidade urbana, a cidade atrai muitas pessoas, inclusive com o objetivo de empreender e abrir novos negócios.

A cidade conta com uma localização privilegiada, pois está a menos de 200 km das outras duas maiores cidades do Estado de SC: Joinville e Blumenau.

Pesquisa realizada pela Endeavor destaca Florianópolis no topo da lista das melhores cidades brasileiras para empreender. O ranking foi elaborado com base em sete itens: ambiente regulatório, infraestrutura, mercado, acesso a capital, inovação, capital humano e cultura empreendedora.

Florianópolis se destaca também em tecnologia. O polo começou a se estruturar em 1984, com a criação da Fundação CERTI. Dois anos depois nasceu a ACATE – Associação Catarinense de Empresas de
Tecnologia – que articula ações entre o setor tecnológico catarinense, centros de ensino e pesquisa e agências de financiamento.

Hoje a cidade já soma 600 empresas do setor que fatura R$1 bilhão por ano e crescem a uma média anual de 15%.

Outra vantagem é o surgimento de um mercado de investidores – Anjo na cidade, formado por empreendedores de geração anterior que começaram a investir em Startups após vender os seus negócios para grandes corporações.

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CAPITAL DA INOVAÇÃO: CAMPINAS

Post Campinas

Confira <aquicomo foi o Encontro da Capital da Inovação Campinas!

A Capital da Inovação Campinas reforça suas ações de conexão de startups com o mundo corporativo.
Com forte veia empreendedora, a Capital Campinas se conecta ao movimento Open Startups e conta com a colaboração da Agência de Inovação Inova Unicamp, Baita Aceleradora, IVP – Inova Venture Participações, Unicamp Ventures e todos seus parceiros para alavancar a participação de empreendedores da região abertos a desenvolver suas ideias inovadoras contando com a experiência das grandes empresas.

Aos empreendedores interessados em conhecer mais sobre o ecossistema de empreendedorismo em Campinas e região, veja o que nossos parceiros de lá descreveram sobre o amadurecimento deste ambiente:

Assegurar vantagem competitiva às empresas, em especial, as startups, é um dos pilares sob os quais se firma um ecossistema empreendedor de excelência. Campinas está entre as cidades brasileiras que desponta nesse sentido. Alinhando não somente ensino de ponta, incentivos fiscais e parâmetros legais, o município concentra também diversos players e iniciativas que saltam aos olhos de empreendedores de todo País e fazem, inclusive, alguns deles deixarem suas cidades de origem para se aventurarem no interior paulista.

Essa foi a decisão de Fabrício Bloisi, CEO da Movile – empresa que atua no desenvolvimento de plataformas de comércio e conteúdo móvel –, quando resolveu deixar Salvador e se mudar para Campinas para estudar na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Em 1998, ele abria sua empresa na cidade.

O mesmo fez Iron Daher, CEO da Griaule – empresa que trabalha com tecnologia biométrica –, ao sair de Goiânia para também estudar na universidade e, a partir de 2003, ficar incubado na Incamp (Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp).

O curioso é que mesmo com o passar dos anos, ambos mantêm a sede de suas empresas em Campinas, ainda que seus mercados de atuação hoje em dia extrapolem as fronteiras brasileiras. A Movile, por exemplo, tem 12 escritórios espalhados pelo mundo, um deles no Vale do Silício.
Assim como eles, são muitos os exemplos de empreendedores que se interessam por Campinas. Berço da ciência, tecnologia e inovação, a cidade carrega em sua história alguns marcos nessa área e que hoje são refletidos em vantagens competitivas para quem aqui se instala, fortalecendo ainda mais esse ecossistema.

Foi em 1887, quando Dom Pedro II fundou o IAC (Instituto Agronômico de Campinas), que essa vocação começou a tomar forma. Promotor de significativas inovações na agricultura, o Instituto alcançou em 2015 o recorde em lançamento de cultivares: foram 15 só no primeiro semestre. Ao todo, em 128 anos de história, o IAC já lançou 1.034 cultivares, de 99 espécies.

No ano de 1966, a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) começa a fazer parte dessa história. Criada a partir do Projeto Zeferino, que vislumbrava uma universidade bastante alinhada às demandas do setor produtivo, a Unicamp nunca se afastou dessa cultura ao longo do tempo, o que permitiu o desenvolvimento econômico e industrial da região.

A Unicamp é responsável hoje por 15% de toda a pesquisa acadêmica do Brasil e é uma das universidades que lideram, em número de patentes, o ranking do INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). Atenta às demandas das empresas, a universidade mantém relacionamento direto com as mesmas a partir de convênios de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) e contratos de licenciamento, além de consultoria e serviços. Só em 2014, foram assinados oito convênios de P&D e onze contratos de licenciamento, de acordo com a Agência de Inovação Inova Unicamp.

No que tange empreendedorismo, a Unicamp tem registrado 286 empresas-filhas ativas no mercado, que são responsáveis por empregar 19,2 mil. E o faturamento anual somado já ultrapassa R$ 3 bilhões. Mais uma prova de como a região é atrativa para os empreendedores: o Estado de São Paulo lidera disparado o ranking quando se trata de localização: 93,6% de todas as empresas-filhas têm sede aqui. E a cidade que mais sente os reflexos econômicos dessa pujança é Campinas, pois 67,5% delas estão no município.

Colaboração entre os players é outro ponto importante e que Campinas está à frente. Dentro da própria Unicamp, existe o grupo Unicamp Ventures, uma rede de relacionamento e colaboração entre empreendedores ligados à universidade – alunos, ex-alunos, professores, ex-professores, funcionários, incubados e graduados da Incamp.

A ACS (Associação Campinas Startups) também é outro exemplo de interação muito produtivo. A Associação é uma entidade sem fins lucrativos, que iniciou suas atividades em 2010, cujo grande objetivo é elevar o grau de maturidade das startups que possuam algum vínculo com a Região Metropolitana de Campinas. Hoje, são 53 empresas associadas, com faturamento que ultrapassa R$ 20 milhões.

Outras instituições que colaboram fortemente para esse ecossistema de inovação são os parques científicos e tecnológicos. Existem cinco parques hoje na cidade. São eles: o CPqD, criado em 1976; o Centro da Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer, de 1982; a Companhia de Desenvolvimento do Polo de Alta Tecnologia de Campinas (Ciatec), de 1991; o Technopark, de 1997; e o Parque Científico e Tecnológico da Unicamp, de 2008.

Está em fase de implementação também o Agropolo Campinas-Brasil, que será fundamentado no conceito da inovação colaborativa, com uma nova estratégia para promover pesquisa, desenvolvimento e inovações tecnológicas de produtos e serviços, para o setor agroindustrial.

Com tantas iniciativas, o poder público ficou encarregado de também fazer sua parte e cooperar.
Em dezembro de 2004, foi instituída na Câmara de Vereadores de Campinas a Comissão Parlamentar Permanente de Ciência, Tecnologia e Inovação, que visa, de acordo com o Regimento Interno da Casa de Leis, “promover no âmbito municipal iniciativas em defesa do desenvolvimento científico e tecnológico do Município; acompanhar as discussões, em âmbito estadual, nacional e internacional, na área da ciência e tecnologia, que possam contribuir para este setor em Campinas”. Além disso, emite parecer em projetos pertinentes à questão da ciência e tecnologia.

Em 2013, foi criada a Aceleradora Campinas, a primeira aceleradora municipal do país. A ação é fruto de uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Campinas e o Núcleo Softex Campinas.
Particularmente, o Núcleo Softex Campinas realiza ações de fomento ao desenvolvimento sustentado das empresas de TIC nas áreas de qualidade, exportação, capacitação e formação de capital humano, busca de recursos financeiros e incubação de empresas nascentes.

Nesse sentido, há também a Incamp (Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp), como citado anteriormente, e a Baita Aceleradora – essa última é uma iniciativa privada.

Oferecendo no município uma maior vantagem competitiva para essas empresas, em novembro de 2014, o Executivo Municipal sancionou a lei 14.920, que dispõe sobre a concessão de incentivos fiscais no município de campinas às empresas enquadradas como startups. O benefício prevê isenção total do IPTU (Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana) até o limite da área construída de 120 m² ou do valor anual do imposto equivalente a mil UFICs – o valor da Unidade Fiscal de Campinas está em R$ 2,79. A legislação prevê ainda redução da alíquota do ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) para 2%, sobre a receita tributável de prestação de serviços no município de Campinas.

Segundo a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Social e Turismo, da Prefeitura de Campinas, chega a 1.800 o número de beneficiados pela Legislação.
Já nesse ano, Campinas deu mais um importante passo para consolidar seu ecossistema. A Prefeitura lançou o Planejamento Estratégico de Ciência, Tecnologia e Inovação para os próximos 10 anos – de 2015 a 2025.

De acordo com o Executivo, “objetivo do Planejamento é que a cidade gere conhecimento, empreendedorismo, formulação e implementação de políticas públicas, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental e para a qualidade de vida de seus cidadãos”.
São 12 metas principais que constam no planejamento: equiparação dos níveis de qualidade de ensino aos de países desenvolvidos; equiparação do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) ao de cidades de países desenvolvidos; internet para todos os cidadãos – de acordo com a Prefeitura de Campinas, hoje 60% das residências da cidade têm equipamentos conectados à web –; tecnologia para cidadãos de todas as classes sociais e, por meio dela, os munícipes poderão participar das decisões governamentais; a tecnologia será amplamente empregada em serviços públicos, especialmente na saúde e na segurança; criação de um Observatório Municipal de Conhecimento e Inovação e de um Museu de Ciências da cidade.

A Prefeitura Municipal ainda prevê a criação de políticas para a implantação – segundo eles, em larga escala – de alternativas de energia no município.

No ano de 2025, quando se encerra o ciclo desse planejamento, pretende-se ter uma escola técnica municipal com ensinos técnico e tecnológico para atender à demanda por mão de obra. Além disso, estuda-se a criação de uma agência municipal de desenvolvimento para aproximar a administração direta com as empresas, por meio de ações de desburocratização, melhoria de processos, extensão do pacote de incentivos fiscais para ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) e taxas para empresas intensivas em conhecimento. Criação de um pacote de incentivos fiscais voltado para a adoção de tecnologias limpas de tratamento de água e eficiência energética, e criação de um Fundo de Inovação para financiamento de projetos de Ciência, Tecnologia e Inovação.

São iniciativas assim, capazes de mudar a dimensão dos negócios locais e de construir um ambiente de colaboração, que fazem ressaltar o protagonismo da cidade de Campinas em empreendedorismo e inovação.

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CAPITAL DA INOVAÇÃO: BRASÍLIA

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Confira <aqui> como foi o Encontro da Capital da inovação Brasília!

A Capital da Inovação Brasília é mais uma das regiões que se conecta ao Movimento 100 Open Startups e estimula seus empreendedores difundindo novas oportunidades!
O 4Legal se une em colaboração com a Acelere.me, CDL Jovem DF e Marco Zero para juntos oferecerem mais um caminho para o desenvolvimento das startups do Distrito Federal.

Aos empreendedores interessados em conhecer mais sobre o ecossistema de empreendedorismo em Brasília e região, veja o que nossos parceiros de lá descreveram sobre o amadurecimento deste ambiente.

Muitos acham que o Distrito Federal é movimentado economicamente por iniciativas públicas ou políticas. Mas esse cenário está mudando e bem rápido! Segundo estudo realizado pela Endeavor, Brasília foi eleita a quinta melhor cidade para empreender no Brasil: além de ter o terceiro maior PIB do país, a população local tem alto poder de compra e todos os processos analisados no ambiente regulatório são efetuados em prazos inferiores à média nacional.

A força da economia criativa, do empreendedorismo colaborativo, do desenvolvimento de empresas de alto impacto e a ocupação dos espaços públicos já cravou nos brasilienses o orgulho de consumir as criações locais e aumenta, a cada dia, a autoestima da cidade e sua importância no mercado nacional.

Os principais desafios dos empreendedores estão no desenvolvimento da cultura “fazedora” e na busca por investidores e / ou meios de financiar as ideias locais. Mas é preciso lembrar que é uma cidade muito jovem e que está no início do processo de construção de uma identidade própria. Ou seja, não há momento melhor para “fazer acontecer”.

Segundo o SEBRAE – DF, foram abertas quase 8.000 micro e pequenas empresas na região em apenas 4 meses e a taxa de sobrevivência dos negócios (80%) é maior do que a média nacional (76%). Essas características reforçam a mudança no perfil empreendedor do Distrito Federal e mostram uma ambiente mais seguro para as empresas.

Mas é bom ressaltar que para empreender com sucesso é necessário investir em informação, conhecimento sobre o mercado, planejamento e qualificação. Mais importante do que ter uma ideia inovadora, é implementar com a dose certa de ousadia e cautela. Levar um negócio adiante faz parte da cultura empreendedora, mas é importante se preparar para o desafio. Afinal, empreender é transformar uma realidade e buscar recursos para fazer acontecer – ou seja, não é mais uma opção – independente se você está à frente da operação ou se faz parte do quadro de colaboradores de uma empresa.

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valor economico

Novas frentes de apoio a negócios

PUBLICADO EM 05/10/2015 –Valor Econômico

Por Jacilio Saraiva

Criar uma startup pode ser o primeiro passo para se lançar no empreendedorismo. Programas de apoio a negócios iniciantes estão investindo em novas frentes, que incluem a internacionalização dos empreendimentos e uma maior aproximação com grandes grupos privados e investidores. (mais…)

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Processo Fast-Track | Movimento Open Startups

Se a sua solução pode atrair a atenção das grandes empresas e você tem interesse em validar a proposta de valor da sua startup com líderes de mercado, ainda é possível se conectar na etapa Validação de Mercado do movimento Open Startups pelo processo Fast-Track.

Confira a lista das empresas conectadas ao movimento:

Empresas conectadas

Para participar do Fast-Track, a sua startup deve ter sido finalista de um dos programas qualificados ou fazer parte de processos de aceleração ou incubação em uma das instituições selecionadas.

Veja a lista dos programas e processos que permitem esta conexão. Caso a sua solução possa se enquadrar, você tem até 09/10 para cadastrar a sua startup e enviar comprovação, selecionando o Grande Desafio e as grandes empresas com as quais você gostaria de se conectar.

BOTAO

Lista Fast Track

 

Submeta a sua startup pelo Processo Fast-Track:

BOTAO

Obs.: Caso o empreendedor já esteja participando do movimento Open Startups desde a etapa inicial e já submeteu a sua startup, não é necessário se cadastrar de novo. Basta indicar sua startup neste LINK.

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pegn

Como startups e grandes empresas podem trabalhar juntas para inovar

PUBLICADO EM 04/09/2015 –PEGN

Por Priscila Zuini com Murilo Cepellos

Aliar inteligência de mercado com potencial para inovação. Essa é a proposta do 100 Open Startups, um movimento criado por empreendedores de São Paulo que pretende diminuir a distância entre grandes empresas e startups brasileiras. A ideia é que elas trabalhem em conjunto para resolver problemas. (mais…)

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veja.com

Startups e grandes empresas: o que o ratinho pode ensinar ao leão — e vice-versa

PUBLICADO EM 27/08/2015 –VEJA.COM

Por: Jadyr Pavão Júnior

Há cerca de um mês, a Nasa desafiou todo e qualquer interessado em participar da corrida espacial a conceber a interface do aplicativo do smartwatch que astronautas vão usar em missão. A competição foi realizada na plataforma Freelancer, que reúne mais de 16 milhões de profissionais espalhados pelo mundo, gente como eu e você, não ligada à aventura espacial. A ideia da Nasa é se beneficiar do conhecimento de profissionais talentosos dispersos pelo planeta, num formato de crowdsourcing. A iniciativa faz parte do programa de inovação aberta da agência americana, que entende que as invenções necessárias ao avanço da exploração espacial não vão sair só da cabeça de seus funcionários, e que outros talentos dispersos (pessoas e instituições) podem cooperar. “A inovação aberta prega a ampliação do processo de inovação para fontes externas à empresa ou instituição que lidera o trabalho”, diz Bruno Rondani, especialista no assunto e CEO da Wenovate, instituição que promove o conceito e a prática da inovação aberta no Brasil. O termo “inovação aberta” pode soar desconhecido. Mas os frutos gestados sob essa lógica são bem populares, vão da Wikipedia, escrita a milhões de mãos, ao iPhone, que utiliza várias patentes desenvolvidas fora da Apple. “O formato dá agilidade no desenvolvimento de produtos e serviços”, diz Rondani. Há, portanto, ganhos. (mais…)

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mundo bit

Atenção, empreendedores: 100 Open Startups encerra inscrições dia 31 de agosto

PUBLICADO EM 27/08/2015 – Mundo Bit – UOL

As inscrições para a 2º edição do , movimento que conecta grandes empresas com , encerram no dia 31 de agosto. O evento é um dos mais importantes na área de empreendedorismo.

Neste ano, o 100 Open Startups traz dez desafios de inovação propostos por uma rede de mais de 50 empresas e de investidores, em áreas como saúde, agronegócios e sociedade da informação. (mais…)

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Inscrições para o 100 Open Startups encerram em 31 de agosto

PUBLICADO EM 26/08/2015 –TN Sustentável

As inscrições para a 2º edição do 100 Open Startups, movimento que conecta grandes empresas com startups, encerram no dia 31 de agosto. Neste ano, o 100 Open Startups traz dez desafios de inovação propostos por uma rede de mais de 50 empresas e de investidores, em áreas como saúde, agronegócios e sociedade da informação.

(mais…)

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