Capital das startups, BH concentra eventos digitais

ESTADO DE MINAS

Por: Luciane Alves

Com mais de 400 empreendimentos nascentes, Minas Gerais está se tornando também referência em encontros e troca de experiências entre empresários do Brasil e exterior

Além da arte, da natureza exuberante e da gastronomia arrebatadora, Minas Gerais desponta em um outro cenário: o da tecnologia. Considerado estado referência para o desenvolvimento das startups no país, Minas, de acordo com a Secretária de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), é o segundo em número de startups no Brasil, com mais de 400 empreendimentos do gênero. Somado a isso, e como forma de fortalecer esse segmento da economia que já traz retornos, como a geração de empregos, o estado tem sido palco de grandes eventos na área digital. Um deles, o Startup Weekend Mega, com possibilidade de ocorrer ainda neste ano em Belo Horizonte, poderá, inclusive, ser registrado no Guinness Book como o maior encontro do setor no mundo.

De 9 a 13 de novembro, será realizado pela primeira vez em BH o maior evento de tecnologia no planeta. Trata-se da Feira Internaciona de Negócios, Inovação e Tecnologia (Finit), abrigando em sua programação a Campus Party, além da 100 Open Startups e da Demolatam – conferência latinoamericana de startups, que promove o desenvolvimento de negócios entre empresas e grupos de investidores. A expectativa é de que a Finit, que conta com patrocínio do governo estadual, reúna cerca de 20 mil pessoas durante cinco dias de programação. O primeiro lote para a Campus Party ingressos já está à venda, a custos variando de R$ 120 a R$ 195.

Ainda segundo o governo mineiro, de 17 a 23 de outubro está prevista a realização da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que era feita em Brasília e, neste ano, pela primeira vez,a abertura será itinerante. BH é o primeiro local a receber o evento.O secretário de Ciência,Tecnologia e Ensino Superior, Miguel Corrêa, informou que a capital mineira é cotada, também para sediar em 2016 o Startup Week, uma reunião com empreendedores de todo o mundo. “Para este evento, se ocorrer aqui, vamos chamar o Guinness Book para registrá-lo como o maior encontro desse tipo de empresas no mundo”, destaca.

O desempenho do estado na área digital reflete, na visão de Miguel Corrêa, a atuação de universidades e centros de pesquisa em iniciativas conjuntas com as empresas. “Trata-se de um ecossistema reconhecido mundialmente e as principais protagonistas dessa história são as universidades federais, estaduais, institutos federais e grandes empresas, que criaram um ambiente sólido para esse segmento”, defende, destacando também a participação das universidades particulares.

Desenvolvimento

De acordo com informações da Secretaria, há outras referências importantes do desenvolvimento da área digital em Minas, como a criação do San Pedro Valley, polo de empreendedorismo de BH que é referência para negócios de base tecnológica no país; os chamados arranjos produtivos locais (clusters, na definição em inglês) de Santa Rita do Sapucaí e Viçosa, além do parque tecnológico de Belo Horizonte (BH-Tec). O estado conta também com mais de 15 incubadoras de empresas espalhadas na capital e interior e é o segundo maior estado em número de empresas de Tecnologia da Informação e biotecnologia do Brasil.

Segundo Miguel Corrêa, geralmente, as startups têm suporte das chamadas aceleradoras (empreendedores e investidores que oferecem recursos para o desenvolvimento de pequenas empresas com potencial de crescimento) privadas e, para isso, elas pagam uma quantia para serem “aceleradas”. “Estamos fazendo diferente e temos convidado as startups a participar dos nossos programas para que possamos financiá-las. Além disso, pagamos aos sócios dessas empresas para que eles continuem no programa e, com isso, eliminamos um dos obstáculos da área que é o encerramento das startups no primeiro ano de funcionamento”, explica. Entre as iniciativas citadas pelo secretário estão o programa Seed (Startups and Entrepreneurship Ecosystem Development), que tem como um dos objetivos fomentar o empreendedorismo tecnológico em Minas.

COMPETITIVIDADE

“A proposta das startups é encontrar soluções para as empresas que precisam desse tipo de serviço. Assim, elas passam a ter um grande cliente e a empresa passa a ficar mais competitiva”, comenta Corrêa, lembrando que com isso a tecnologia digital gera empregos e fortalece a economia no estado. “Temos startups em Minas com 600 funcionários e com três anos de funcionamento. Cada empresa desse ramo gera impostos, postos de trabalho e aumenta a competitividade dos grandes negócios”, diz.

Em 2015 e neste ano, já foram investidos no segmento cerca de R$ 100 milhões. “São recursos mais voltados para a formação de novos empreendedores tecnológicos. Temos programas cujos jovens da Universidade Aberta e Integrada (Uaitec) estão aprendendo a desenvolver aplicativos, games, entre outros. Temos mais de 30 mil alunos e pretendemos a chegar no ano que vem a mais de 50 mil”, afirma. “Nosso objetivo é incentivar o surgimento de talentos como Mark Zuckerberg e Steve Jobs em Minas Gerais.”

Reconhecimento

Em maio deste ano, o ranking nacional 100 open startups destacou 11 empresas de Minas entre as 100 melhores avaliadas do Brasil. Trata-se de um movimento patrocinado por grandes empresas que avaliam e classificam startups de todo o mundo. Ao todo, 1,5 mil startups brasileiras foram analisadas, levando-se em conta a participação em uma das 20 áreas que compõem o ranking. Algumas dessas classificações são cidades inovadoras, educação do futuro, fármacos e cosméticos.

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Movimento lança desafios temáticos para conectar startups de todo o mundo a grandes empresas

STARTUPI

Por: Redação

O movimento 100 Open Startups está com inscrições abertas para startups do Brasil e do mundo que queiram participar de uma rede de conexão que envolve 120 grandes empresas do Brasil – o triplo do número de empresas no lançamento da edição do ano passado. As inscrições podem ser feitas até o dia 15 de agosto pelo site do movimento.

Neste ano, o 100 Open Startups parte com 20 desafios temáticos propostos pela rede de grandes empresas das mais diversas áreas. A novidade é que agora o movimento sai do Brasil e chega também a outros países na América Latina, EUA, Europa e Ásia.

Para entrar para o movimento, a startup deve se inscrever e escolher o desafio que tem mais sinergia com sua solução e em qual “Capital da Inovação” do programa pretende se apresentar. O processo acontece em cinco etapas: Inicialmente, as avaliações das startups são feitas online pela rede de especialistas e executivos das grandes empresas que participam do movimento. As propostas com mais combinações com executivos de grandes empresas são convidadas a participar de um pitch pessoalmente na Capital escolhida – são 12 no país e 9 no exterior.

A partir de 18 de julho, começa o processo de matchmaking com os executivos das grandes empresas que passam a colaborar e classificar as startups na plataforma do programa.

A meta do movimento é identificar as 100 startups mais inovadoras de diferentes regiões do mundo, boas para investimento, na opinião de quem atua no mercado. Ou seja: no 100 Open Startups é o próprio mercado que avalia e apoia novos empreendedores inovadores.

“Startups têm muitas ideias e alternativas e muitos possíveis caminhos a seguir. Se as startups não obtêm o compromisso e acesso a recurso de instituições estabelecidas em suas fases iniciais – empresas ou fundos de investimento – elas têm muita pouca chance de prosperar”, diz Bruno Rondani, engenheiro e mentor do movimento.
“O problema é que muitas boas ideias podem estar descoladas da realidade e carecem do feedback de profissionais que atuam no mercado para que consigam validar suas propostas. Ao mesmo tempo, executivos de grandes empresas muitas vezes desconhecem a movimentação feita pelas startups e muitas vezes são surpreendidas com suas inovações”, afirma Rondani.

De acordo com o especialista, o potencial da metodologia do movimento é reduzir drasticamente a assimetria de informação que existe entre desafios e soluções ao mesmo tempo que cria um contexto de confiança para que inovações de maior impacto sejam cocriadas.

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Ranking das melhores startups mineiras

RÁDIO BANDNEWS – BH

Por Inácia Soares

O programa Negócios BH da Rádio Band News de Belo Horizonte abordou o Movimento 100 Open Startups. A apresentadora Inácia Soares falou sobre o novo ranking de startups mineiras que será lançado em novembro. As inscrições vão até 25 de setembro. As escolhidas terão a chance de apresentar seus negócios (dentro de 20 áreas pré-estabelecidas) em pitchs que serão assistidos por investidores potenciais, advindos de grandes empresas apoiadoras do movimento internacional “100 Open Startups”.

Ouça a matéria em: https://soundcloud.com/radiobandnewsbh/negocios-inacia-soares-24082016

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Desafio conectará startups com grandes indústrias

Gazeta do Povo

Por: Redação

Vencedoras integrarão o ranking do Movimento 100 Open Startups; inscrições estão abertas

Estão abertas as inscrições para a sétima edição do Desafio Paraná de Startups, uma competição que reconhece as melhores empresas inovadoras do estado. As vencedoras serão apresentadas a grandes indústrias e integrarão a lista do movimento 100 Open Startups, ranking anual das 100 melhores startups do Brasil realizado pela Wenovate.

Para participar, a startup precisa ter um modelo de negócio inovador que se proponha a resolver um problema. A empresa não precisa ter CNPJ e uma carteira de clientes, mas deve ter desenvolvido um produto mínimo viável do seu produto ou serviço.

As empresas inscritas passarão por uma seleção inicial, que avaliará o modelo de negócio e a solução apresentada. Quem for selecionado pela triagem on-line, participará de uma banca presencial que acontece em 11 de novembro, em Curitiba. Investidores, empresários e membros do Senai Paraná vão compor a banca.

Os vencedores serão conectados a grandes indústrias e integrarão a lista do Movimento 100 Open Startups, ranking anual das 100 melhores startups do Brasil realizado pela Wenovate. Os cinco primeiros colocados também terão a oportunidade de participar do Open Innovation Week, evento realizado anualmente em São Paulo.

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A primeira colocada receberá, ainda, consultorias e treinamentos e ganhará uma vaga para integrar a incubadora de empresas do Senai Centro Internacional de Inovação, em Curitiba. A incubadora já graduou 15 empresas e está com oito startups incubadas, entre residentes e não residentes. O público-alvo do local são empresas inovadoras com soluções para a indústria, principalmente na área de indústria 4.0 e Internet das Coisas (IoT).

Na edição de 2015, mais de 150 empresas se inscreveram para a competição e 32 foram selecionados para participar da etapa presencial do desafio. As vencedoras foram Genoprimer, Beenoculus, Quanto Custa Viajar, BlueMind e EduApps, que participaram neste ano do Open Innovation Week, No total, 16 startups paranaenses foram selecionadas para integrar a lista do Movimento 100 Open Startups.

Como se inscrever

As inscrições para a sétima edição do Desafio Paraná de Startups estão abertas e seguem até setembro. Os interessados devem acessar o link na página do Senai-PR, na aba inscrições do site www.senaipr.org.br/desafio. Mais informações no site do Senai-PR e dúvidas podem ser tiradas pelo e-mail desafio@pr.senai.br.

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Programa que elege anualmente as 100 start-ups mais inovadoras tem inscrições abertas

Folha de S. Paulo

Por: Filipe Oliveira

O Movimento 100 Open startups, que tem como objetivo identificar anualmente as 100 empresas iniciantes mais inovadoras, está com inscrições abertas para sua segunda edição.

Entre as principais características do programa, que vai até maio do ano que vem, está a participação de grandes empresas em todo o processo de seleção das melhores start-ups.

Atualmente são 120 parceiras, entre elas 3M, Abbott, IBM, J&J, Whirpool, Dow, Votorantim, Algar, Boticário e Natura.

Para participar, as companhias iniciantes devem oferecer solução para um desafio do mercado ou da sociedade em 20 áreas, incluindo educação, energia e cidades inovadoras. Esses problemas foram identificados por grandes empresas parceiras do programa.

Com isso, o Movimento 100 Open Start-ups busca aproximar as ideias das empresas a problemas reais identificados pelo mercado e, com isso, apontar empresas com maior chances de sucesso. Esse filtro também permite uma maior chance de encontro entre start-ups e empresas que possam ser parceiras ou investidoras.

A startup interessada deve se inscrever em um dos desafios do programa e escolher uma das capitais em que ele acontece para se apresentar. São 12 Cidades no Brasil e 9 no exterior.

O processo, que elegerá as melhores empresas, acontece em cinco etapas e inclui avaliação do projeto on-line e, para as aprovadas, apresentação presencial para executivos e investidores.

As inscrições das startups devem ser feitas pelo site http://www.openstartups.org.br/ até o dia 15 de agosto.

PRIMEIRA EDIÇÃO

No ano passado, 1.569 propostas foram recebidas.

Segundo a organização do programa, 53 contratos foram firmados entre empresas e start-ups a partir da edição do ano passado. Além disso, outras 692 parcerias estão em negociação.

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Movimento vai escolher 100 startups atraentes para o mercado

O ESTADO DE S.PAULO

Por: Cris Olivette

O Movimento 100 Open Startups, que conecta grandes empresas a startups, está com inscrições abertas para o ciclo 2016,

As iniciantes interessadas devem participar de um desafio para eventualmente serem avaliadas pelas grandes companhias participantes. Neste ano, são 20 opções de desafios, dez a mais do que em 2015. “São 20 grandes temas que abordam assuntos como cidades inovadoras, educação do futuro, energia, fármacos e cosméticos, varejo, entre outros”, diz um dos idealizadores da competição, Bruno Rondani.

Segundo ele, 1.500 executivos de 120 grandes empresas estão cadastrados para avaliar e contribuir com os projetos das startups. “O ponto de entrada para as grandes empresas é dizer o que elas estão buscando e se comprometer a avaliar.”
Rondani afirma que, ao entrar na rede, a empresa não tem de se comprometer a contratar uma startup. “Nosso foco é a cocriação com as startups e não a busca de inovação pronta para implantar na empresa. Esse é o modelo antigo de ‘open innovation’. A ideia atual é que a construção de algo novo ocorra da parceria entre a startup e a grande empresa”, diz.

Ele conta que as companhias indicam em quais áreas dos desafios têm interesse e iniciam contato com as startups que atuam nessas áreas. Na última etapa elas selecionam com quais desejam trabalhar junto. “Nossa preocupação maior é medir o quão atraente a startup é para o mercado.”

Essa medição resulta no ranking das 100 startups que tiveram as melhores avaliações feitas ao longo das cinco etapas do processo. “O ranking que acabamos de lançar é do ciclo 2015, que teve 1.569 projetos inscritos e foi totalmente consolidado no dia 30 de maio, após ser validado e auditado”, diz.

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100 Open Startups lança desafios para conectar startups a grandes empresas

Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Por Redação

O Movimento busca startups inovadoras que solucionem desafios de distintas áreas

A 100 Open Startups abriu inscrições para que startups possam participar de uma rede de conexão que envolve 120 grandes empresas do Brasil.

Neste ano, o movimento funcionará a partir de 20 desafios temáticos de diferentes áreas que serão propostos pela rede de empresas. O diferencial é que, em 2016, o movimento sairá do Brasil para outros países na América Latina, Estados Unidos, Europa e Ásia.

Para participar, a startup deve se inscrever e escolher um desafio. Inicialmente, as avaliações das startups são feitas online pela rede de especialistas das grandes empresas participantes.

As propostas com mais combinações com os executivos das grandes empresas são convidadas a participar de um pitch pessoalmente.

A meta do movimento é identificar as 100 startups mais inovadoras e boas para investimento. As inscrições podem ser feitas até o dia 15 de agosto pelo site.

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Movimento divulga ranking das 100 startups mais atraentes para o mercado

Escolha foi feita entre 1,5 mil projetos; saúde, educação, recursos humanos e mobilidade são as principais áreas de atuação

GISELE TAMAMAR, ESTADÃO PME

De um lado, o desafio das startups é conseguir investimento para fazer o projeto acontecer e desenvolver o mercado. Do outro, as grandes empresas têm dificuldades para inovar e investem cada vez mais em programas de inovação na sua área de atuação. É aí que surge o movimento ‘100 Open Startups’ com a proposta de conectar os dois lados. O movimento identifica as 100 startups brasileiras mais atraentes para grandes empresas e promove essa interação. Veja a lista aqui.

Reprodução

Diferentemente dos programas de inovação promovidos pelas próprias empresas, que buscam soluções direcionadas para seus problemas, o ‘100 Open Startups’ debate grandes temas da sociedade, ou seja, as startups apresentam soluções que podem gerar projetos-piloto para empresas de diferentes áreas.

O ranking foi definido a partir de 1,5 mil startups que participaram do movimento entre julho e dezembro. A pontuação é baseada no próprio interesse das grandes pelas startups. As líderes, por exemplo, chamaram a atenção de 23 companhias. Um grande encontro dos empreendedores para um networking está previsto para o dia 22 de fevereiro, no 8º Open Innovation Week, em São Paulo.

O ‘100 Open’ é um programa do Wenovate, uma organização criada por investidores que conecta pessoas e instituições em torno de programas de inovação aberta. Atualmente, 50 grandes empresas fazem parte dessa rede, como IBM e 3M. Veja a lista dos ‘amigos da inovação’ aqui.

Do ranking atual, 95% das startups estão prontas para realizar projetos pilotos, 60% já faturam e cerca de 30% receberam investimento superior a R$ 300 mil. O fundador da Wenovate, Bruno Rondani, explica que a ideia é manter o ranking ‘vivo’ e atualizado a cada três meses, conforme a entrada de novas startups e o interesse das empresas.

Líderes. Duas startups aparecem no topo do ranking: Nama e Virtual Care. A primeira está focada em criar relações mais naturais e inteligentes com o computador e oferecer soluções de atendimento (mensagem ou voz) via inteligência artificial. A empresa lançou a plataforma Babe há dois meses, que permite a automatizar a conversa entre empresas e consumidores. Robôs de inteligência artificial funcionam como atendentes 24 horas por dia, onde toda a conversa fica registrada, e em caso de algum problema, uma pessoa pode assumir o atendimento.

A proposta é conectar diversos serviços na plataforma, deixá-la cada vez mais inteligente para o robô conseguir responder de uma forma mais precisa e oferecer o serviço certo para o usuário, como a compra de passagens, pedir um táxi ou entrar em contato com o SAC para pedir a segunda via de um boleto, por exemplo.

O fundador da Nama, Rodrigo Scotti, se interessou pelo Open Innovation por conta da visibilidade e modelo trabalhado. “A ideia de se aproximar de empresas fala mais alto do que investidores. Queremos conhecer, saber o que eles acham”, conta Scotti. A Nama já recebeu R$ 400 mil de investimento-anjo para criar a tecnologia.

https://vimeo.com/122682460

Kiosk Nama from Rodrigo Scotti on Vimeo.

A Virtual Care foi a outra empresa que gerou o maior interesse com um conceito dentro do mercado de wearable devices, especificamente com uma pulseira. Mas ao invés de seguir o caminho fitness, o foco é entender o comportamento do usuário e o estado de saúde do idoso para identificar qual doença ele estaria desenvolvendo. “A expectativa é que seja um ponto de mudança de cultura e ainda uma ferramenta para o médico dar o diagnóstico com dados concretos”, afirma Marco Salles, sócio da empresa com Antonio Valério Neto e Onofre Neto.

A proposta é conquistar operadoras e seguradoras de saúde como clientes, mas a startup não descarta vender diretamente para o consumidor. “A ideia da operadora é redução de custo. Trabalhar saúde em vez de doença”, diz Salles.

Rede. “Queremos tirar essa visão de empreendedor herói e colocar como uma profissão, um tipo de carreira. Não existe um perfil ideal de empreendedor”, destaca Rondani. O fundador explica a proposta da plataforma é funcionar como um ‘Tinder da inovação’ para juntar empreendedores e grandes empresas para desenvolver projetos-piloto.

A Wenovate atua como uma entidade sem fins lucrativos, aberta a todos. A empresa que aderir se compromete a investir nas startups e a avaliar os projetos. E a startups que conseguirem investimento de empresas de fora do grupo precisam convidá-la a entrar no grupo. “É um processo de rede, inspirado na economia compartilhada, de dar e compartilhar conhecimento”, afirma Rondani.

 

Ver notícia completa:

http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,movimento-divulga-ranking-das-100-startups-mais-atraentes-para-o-mercado,6175,0.htm

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ETAPA 3 – ENCONTRO NAS CAPITAIS DA INOVAÇÃO

Olá Empreendedores,

Estamos orgulhosos em reportar a vocês que o Movimento Open Startups concluiu o processo de avaliação de mercado com a participação de mais de 400 executivos das 50 empresas líderes conectadas. Estas avaliações possibilitaram a categorização das 1.493 iniciativas recebidas e as startups consideradas mais atraentes pela rede de avaliadores das empresas foram convidadas para a participação na próxima Etapa 3 – Encontro nas Capitais do Movimento.

Torcemos para que você já tenha recebido seu convite, mas caso não localize a sua proposta na lista abaixo, mas acredita que deveria estar entre estas convidadas, você ainda tem chance de apresentar a sua proposta através do Open Pitch. Entenda este processo e consulte as Capitais onde ele estará disponível [SAIBA MAIS – OPEN PITCH]

E para aqueles que querem conhecer mais e acompanhar os trabalhos dos empreendedores e das bancas, inscreva-se nos encontros das Capitais da Inovação e aproveite esta oportunidade de ampliar seu networking e se aproximar desse ecossistema [AGENDA OFICIAL]

STARTUPS CONVIDADAS | ETAPA 3 – ENCONTRO NAS CAPITAIS DA INOVAÇÃO

Caso você esteja nesta lista mas não tenha recebido a mensagem com orientações detalhadas dos próximos passos envie um email para atendimento@wenovate.org.

NomeCapital da Inovação
3daysRio de Janeiro
Agenda KidsRecife
AgraizCampinas
AgVali São Paulo
AlfatechSão José dos Campos
Aliado - A empresa de cobrança na webSão Paulo
Allgoo Financial Analytics & AISão José dos Campos
AlmaRio de Janeiro
APROM - Projetos Industriais Campinas
ASAPPSão Paulo
Atestados.MedRecife
atud sustentação de tecnologiaSão Paulo
BBrokerCuritiba
Beenoculus Tecnologia ltda.Curitiba
Beevy Tecnologia, Comunicação e EntretenimentoFlorianópolis
BelugaDBSão Paulo
BemSustentável Produtos & ServiçosManaus
BioRecife
BioRepair Indústria e Comércio de Biomateriais para uso Médico OdontológicoRio de Janeiro
Blue MindCuritiba
BlueluxBelo Horizonte
Bom BemRio de Janeiro
BookshareCuritiba
CellSeq SolutionsBelo Horizonte
Cicloteo ReciclagemRecife
ClapMeSão Paulo
Click Água e GásRecife
ColOff IndustrialSão Paulo
CONAF - Gerenciamento e Controle de Navegação FluvialManaus
Conecta CondominiosBelo Horizonte
Confirm8São Paulo
Construct LATAMBelo Horizonte
ContadorXCuritiba
Conteúdo sob DemandaCuritiba
ControlySão Paulo
CRIO Rio de Janeiro
CropWatchBrasília
CUG ConsultoriaRio de Janeiro
De Mala e CuiaManaus
DICOM Grid BrasilSão Paulo
Dr CUCOFlorianópolis
Droneng Drones e EngenhariaCampinas
DSPGeoCampinas
DunningFlorianópolis
easySubseaRio de Janeiro
Eco BikeManaus
EcomitisoRecife
e-ConsultarBelo Horizonte
Editora VivaRecife
Eduapps: Free Authoring Tool for Mobile LearningCuritiba
EducacrossCampinas
EdudreamRecife
Elfus - Soluções de Vanguarda em EducaçãoRio de Janeiro
Engenho Soluções e Inovações TecnológicasManaus
Escola de InventorCampinas
eStoks Logística Reversa IntegradaRecife
Eventplatz Recife
Fashion NowRio de Janeiro
FindMeRecife
Fleeber Serviços OnlineSão Paulo
Food For FunRecife
FoodTraders - conectando o Food ServiceRio de Janeiro
Forest RevolutionSão José dos Campos
Funmedia EducacionalSão José dos Campos
GBS - Green Burner SystemBrasília
Genoprimer Diagnóstico MolecularCuritiba
GeoProfit Strategy - GPSRecife
Get DeliveryManaus
Go TouchSão José dos Campos
guardasaúdeFlorianópolis
HCP2São Paulo
HerdcontrolFlorianópolis
High Tech BrasilManaus
i0t SoluçõesBelo Horizonte
Innovia MentoringSão Paulo
Instituto Gatti de Pesquisa e Engenharia BiomédicaFlorianópolis
IntelectronSão José dos Campos
Intradebook ltdaFlorianópolis
iPlantão - Gestão de equipes em SaúdeCampinas
ISO4ALLBelo Horizonte
IZagroCampinas
JáTá ChegandoCampinas
Joy StreetRecife
Just Ads ExpressCuritiba
Laudos.netBrasília
Leva EuCampinas
Litma TecnologiaFlorianópolis
LiveStrixSão Paulo
Livre - Soluções em mobilidadeSão José dos Campos
Look My Look Florianópolis
LyntekRio de Janeiro
Making The Difference - MTDBrasília
Matere EducacionalCampinas
MatlabsCampinas
maxitCampinas
MaxProteinCampinas
MCare Belo Horizonte
Me Passa AíRio de Janeiro
Mediação Online Startup Blog BrasilRio de Janeiro
Medical AppFlorianópolis
Meerkat - Soluções em Visão ComputacionalFlorianópolis
Menni - Seu Garçom VirtualBrasília
MEU - Movimento de Empreendedorismo UniversitárioManaus
Mobcar Tecnologia AutomotivaRecife
MovpakRecife
MPROEJCTS Soluções em InformáticaRecife
NaveggarManaus
NEARBEECampinas
NetbeeBelo Horizonte
NFC SmartBookManaus
NUERecife
Número 1 Toilette PortátilFlorianópolis
NutrieducCuritiba
NutriSoft Brazil - Plataforma de Acompanhamento Nutricional OnlineSão Paulo
OG INTCOMRio de Janeiro
OhBikerSão Paulo
Omnize Software LtdaSão Paulo
OsteovitaSão José dos Campos
Pandô APPsSão José dos Campos
Pay2GoSão Paulo
Pedalapp - Inteligência em Mobilidade UrbanaRio de Janeiro
PentaOne - O Robô Delta Colaborativo da PensysFlorianópolis
PickMeAppBelo Horizonte
PlugaRio de Janeiro
POP RecargaBelo Horizonte
Portal Imobiliário Via ImóveisFlorianópolis
Portal WorkbookSão Paulo
Previseme Suporte InteligenteCuritiba
PrintGreen3DSão Paulo
Pris Propriedade IntelectualBelo Horizonte
PROSUMIRFlorianópolis
Protos Sistemas e ProjetosRio de Janeiro
QeepmeBelo Horizonte
QualyStickerBelo Horizonte
Quero.laSão José dos Campos
RankMyAppSão Paulo
Rede SaúdeBrasília
Revolog (empresa: LogPyx)Belo Horizonte
RFIDBRASILRio de Janeiro
RSU BrasilCampinas
SaleSIM Recife
SaveGrid Energia InteligenteBrasília
ScoolaRecife
ScreenS - Segunda tela em segundosRio de Janeiro
SEnergy - Smart EnergyBelo Horizonte
SensesBrasília
SetupmyteamRecife
Seu ContratoCuritiba
Shact - Share and ConnectSão Paulo
ShopMobiRio de Janeiro
Sii TechnologyBelo Horizonte
Solides Tecnologia S.A.Belo Horizonte
SOLPECampinas
Soluz EnergiaFlorianópolis
Sou GenialSão Paulo
SpediA Soluções Tecnológicas São Paulo
SportsTechCampinas
SquidbossSão José dos Campos
StandoutSão Paulo
Step.Box - Serviços de Transporte de Entregas PartilhadaRecife
StoryMaxSão Paulo
Supê AgroSensorCampinas
SuperClient Solutions LtdaSão José dos Campos
SW2 Soluções em TICampinas
Task LabsBelo Horizonte
Ti.Mob Tecnologia e Soluções em MobilidadeBelo Horizonte
Tippz MobileBrasília
TracknMeSão Paulo
TreineiSão Paulo
Tribos - Class CardManaus
TriplinRio de Janeiro
Tster - Prototyping tool for iPhoneFlorianópolis
Tudo Nos TrinquesRio de Janeiro
UbivisCuritiba
UniradioFlorianópolis
UP - Treinamento e Desenvolvimento ProfissionalBelo Horizonte
UpBrainCampinas
UrbotipFlorianópolis
Válvula de Gás Inteligente / APP S.O.S GásFlorianópolis
Vetra - Biocerâmicas de alta tecnologia para fabricantes de biomateriaisCampinas
Vetra - Materiais Bioativos de Alta TecnologiaCampinas
VineoSão Paulo
Virtual CareSão Paulo
VIS TechnologySão Paulo
VisiLog - Sistemas de Otimização e Inteligência GeográficaSão Paulo
VRMonkeySão Paulo
Want2PlayRio de Janeiro
WariBelo Horizonte
Wearable Sun BlockBelo Horizonte
WooleSão Paulo
ZapIn Tecnologia e InformaçãoBrasília
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Open Pitch

PROCESSO OPEN PITCH | MOVIMENTO OPEN STARTUPS

Se você acredita que a sua startup deveria estar entre as classificadas para apresentação na próxima etapa do movimento – Encontros nas Capitais da Inovação, inscreva-se no Open Pitch e candidate-se! Você ainda tem chance de apresentar a sua proposta para as bancas oficiais nestes encontros do Movimento Open Startups.

Uma hora antes do início do evento em cada Capital, empreendedores que completarem o processo de inscrição, poderão ser chamados ao palco e terão 1 (um) minuto para convencer a direção do programa a convidá-los para apresentação durante a final junto as startups já classificadas.

As aprovadas terão o tempo padrão das demais e poderão, com os mesmos recursos, apresentar seu pitch aos investidores e especialistas da banca oficial do evento e terem a chance de estar entre as 100 startups mais atraentes do ano.

O Open Pitch será oferecido nos eventos das seguintes Capitais: Brasília, Curitiba, Florianópolis, Manaus, Recife, Rio de Janeiro, São José dos Campos e São Paulo.

Para participar você deve seguir 4 passos:

1º passo: Cadastrar a sua startup na plataforma [LINK]. Mesmo que você já faça parte de algum dos processos do Movimento Open Startups, você deve acessar este link e seguir as instruções;

2º passo: Concluir sua inscrição no evento selecionando a Capital na qual pretende concorrer. Veja a agenda oficial completa e complete a sua inscrição nos links indicados [LINK AGENDA OFICIAL]

3º passo: Estar presente no dia da final da Capital escolhida PONTUALMENTE 1 hora e 15 minutos antes do início oficial do evento. Apenas serão considerados “candidatos” aqueles que cumprirem o horário, finalizarem o pagamento da inscrição e preencherem os formulários da plataforma (links acima).

4º passo: Aproveitar o networking deste dia, conhecer as propostas dos colegas empreendedores, acompanhar os trabalhos dos jurados e torcer para que a sua solução seja selecionada!

OBS: você deve estar preparado para ser chamado! Leve um pendrive com a apresentação de sua proposta para o possível pitch durante o evento (pitch 6 minutos + Q&A 4 minutos) que será utilizada apenas se você for convidado pela banca.

Boa sorte!

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CAPITAL DE INOVAÇÃO: MANAUS

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Veja <aqui> como foi o Encontro da Capital da Inovação Manaus!

O empreendedorismo despertado pela presença de grandes empresas na região faz a Capital da Inovação Manaus se conectar ao movimento Open Startups com força total!

O maior Estado do Brasil possui a maior floresta tropical do mundo com 98% de sua área preservada. Aliando seu potencial ecológico a uma política de negócios embasada na sustentabilidade, a capital do Amazonas tornou-se a 6ª cidade mais rica do país.

Parte deste sucesso se deve ao Polo Industrial de Manaus (PIM), um modelo de desenvolvimento regional que abriga inúmeras empresas nacionais e internacionais, gerando mais de 100 mil empregos diretos e um faturamento de 35 bilhões de dólares em 2010. O PIM é o principal mecanismo irradiador do desenvolvimento no modelo Zona Franca de Manaus, que concede incentivos fiscais para a produção. Esta política de incentivos gera emprego, renda e aumento da arrecadação de tributos federais, estaduais e municipais não só no Amazonas, onde está situado o PIM, mas nos demais Estados da Amazônia Ocidental (Roraima, Acre, Rondônia), além das cidades de Macapá e Santana,
no Amapá (a área de atuação do modelo Zona Franca de Manaus).

As microempresas e as empresas de pequeno porte alcançaram em 2014 um total de 82.567 novos negócios, frente aos 73.250 em 2013, um crescimento modesto, mas que continua gerando novos negócios.

Segundo pesquisa da Endeavor (2014) sobre as capitais brasileiras quase 60% da população diz acreditar que os empreendedores são os principais responsáveis pelo desenvolvimento do Brasil. MANAUS foi a capital líder em cultura empreendedora segundo a pesquisa e sua Zona Franca funciona como um potencializador de negócios na região, atraindo empresas e investimentos públicos.

Apesar das dificuldades encontradas com relação a infraestrutura, por exemplo, há espaço para melhorias que gerem oportunidades de negócio.

Manaus é praticamente um estado dentro de outro estado,e é o maior corredor de exportação para os países do Mercosul, ficando a poucas horas de vôo para Miami, por exemplo, e com isso o escoamento dos produtos e serviços são mais facilitados. Manaus é uma das cidades mais globalizadas do Brasil e atrai investimentos e empresas que se instalam objetivando empreender projetos, produtos e negócios objetivando reduzir carga tributária e comercializar com maior competitividade.

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CAPITAL DA INOVAÇÃO: RECIFE

RECIFE

Veja <aqui> como foi o encontro da Capital da Inovação Recife!

Aos empreendedores interessados em conhecer mais sobre o ecossistema de empreendedorismo em Recife e região, veja o que nossos parceiros descreveram sobre o amadurecimento deste ambiente!

A Capital da Inovação Recife é a cidade de inovação e tecnologia que representa o Brasil. Apelidado pelo Exame como o “Vale do Silício brasileiro”, não será diferente para o movimento 100 Open Startup!

A aceleradora JUMP Brasil, Porto Digital, Instituto Talento Brasil e Grupo Jereissati junto com o movimento 100 Open Startup estão prontos para receber os empreendedores e conectá-los à rede de empreendedorismo e inovação para alcançarem os próximos níveis.

Na região do Porto Digital, existem 250 empresas instaladas que totalizou um faturamento de R$ 1 bilhão em 2014. As empresas além de receberem incentivos fiscais, estão num ambiente onde a troca de conexões e conhecimentos acontece a todo momento. Como por exemplo, o programa colaborativo Playble City que reuniu organizações e profissionais do Reino Unido e de Pernambuco, incluindo artistas, produtores criativos para desenvolver novas ideias de interseção de arte, tecnologia, sociedade e cultura nas cidades.

Dentro deste mesmo ambiente, a aceleradora Jump Brasil se estabelece como um grande alavancador de startups, tendo 5 aceleradas neste momento. No mesmo prédio, a encubadora Cais do Porto está presente. No térreo, um espaço de coworking com forte networking, recebendo frequentemente meetups, eventos, workshops voltados à comunidade. Já é considerado como a “casa de Startup” que representa Recife.

Num dos prédios que era um armazém abandonado, hoje está instalado o CESAR. Um dos maiores centros de inovação e tecnologias do país. Faturou no ano passado mais de R$80 milhões, tendo no portfólio os grandes empresas como instituto Coca-Cola e Telefônica VIVO. Além de ter outras iniciativas como a aceleradora Cesar.labs e centro de educação Cesar.edu para ajudar ainda mais o ecossistema da região.

Pra quem está atrás de big money, existem também os fundos de investimentos. Os mais famosos são o Triaxis Capital, uma das cogestora do Criatech 2 e o IKEWAI do Sílvio Meira e Teco Sodré.

No âmbito acadêmico, há o famoso CIn – Centro de Informática da UFPE que é considerado um dos melhores centros do mundo na área de tecnologia da informação, e é o berço de vários profissionais e empreendedores de renome que se destacam no Brasil.

Além dessas instituições, temos um ecossistema bastante forte para os empreendedores: Sedeamos anualmente o Campus Party Recife, juntando todo o Brasil e o mundo pra falarmos de tecnologia, design, até de cidades inteligentes; Recebendo pela primeira vez o programa de pré-aceleração da Techstars, o Startup Next; Tivemos sete edições de Startup Weekend apenas em 2015, com temas variados como impacto social, educacional, educacional para crianças, público feminino, público universitário, etc.

Vários espaços de coworking espetaculares como o coworking “executivo” Workspot, o espaço maker Fab Lab Recife. The Impact HUB, no centro do Recife Antigo bem em frente à Rua do Bom Jesus, famosa pelos blocos de carnaval e primeira sinagoga da América.

Para juntar tudo isso, a comunidade de startup Manguez.al está ai pra conectar empreendedores, makers, designers, desenvolvedores, pra fomentar e beneficiar o ecossistema empreendedor.

Por incrível que pareça, toda pluralidade e mistura não causa estranheza. Pelo contrário: eleva todo o nível dos empreendedores por essa multiculturalidade e inquietude que está na atmosfera recifense. Num lugar onde os prédios históricos abrigam a criação do futuro, a cidade está repleta de oportunidades com um ambiente pronto para abraçar os empreendedores e torná-los os maiores em linha reta do mundo.

Referências:
http://jumpbrasil.com
http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/recife-o-vale-do-silicio-brasileiro

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Desafio Paraná de Startups 2015

curitibaO que é: o Desafio Paraná de Startups é uma competição que reconhece as melhores startups do Paraná.

Quem pode participar: startups e estudantes (de graduação, pós graduação ou mestrado) que já tenham uma startup ou que tenham uma ideia de negócio.

Não é necessário ter um cnpj para participar.

Desafio Paraná de Startups é uma iniciativa de essencial de apoio aos empreendedores paranaenses para que alcancem visibilidade a nível nacional e internacional. A competição sem dúvidas promove o ecossistema de startups do Paraná, ajudando cada vez mais startups.

As melhores equipes vão passar por uma banca final de seleção com pessoas da academia e investidores no dia 7 de dezembro em Curitiba no Sistema FIEP. As vencedores dessa banca vão para a etapa nacional em São Paulo no Desafio Brasil na semana de Open Inovation em fevereiro de 2016. Essas equipes também irão se apresentar para grandes empresas no Movimento 100 Startups, concorrendo com startups de todo o Brasil. A melhor startup a nível nacional contemplará, além de prêmios em consultorias e networking com grandes indústrias que participam do movimento como 3M e Boticário, uma vaga no programa Seedstars World na Suíça.

As inscrições para o Desafio Paraná foram prorrogadas até dia 1º de novembro e as inscrições podem ser feitas pelo site: www.pr.senai.br/desafio

Depoimento de Clayton, da Fleety, empresa vencedora do Desafio Senai de Startups 2014 e vencedora do 3º lugar do Desafio Brasil em São Paulo: “Eu sempre contribuirei no que for possível e necessário no Desafio Paraná de Startups. Participar do Desafio Senai de Startups do ano passado (que agora é Desafio Paraná de Startups) foi um privilégio que abriu definitivamente as portas para outras conquistas do Fleety. Do Desafio Senai fomos para o Desafio Brasil e conquistamos dois premios: 3° geral nacional + prêmio Edital Senai Sesi de Inovação. E dali fomos nomeados para o Startup Brasil e para o programa de aceleração da Abril Plug and Play nos Estados Unidos!”

Depoimento de Marisângela Brittes da Medcloud, vencedora do 2º Lugar do Desafio Senai de Startups 2014 e finalista a nível nacional: “Pessoal, para quem não conhece o Desafio Senai, eu tive a oportunidade de ser finalista estadual e nacional no ano passado, apresentando em bancas nacionais e internacionais. Super recomendo, experiência de vida e empreendedorismo que deve ser aproveitada. Participem!”

Você, empreendedor ou estudante, que tem uma startup de alto impacto ou uma ideia de negócio e acredita no seu potencial, não deixe de se inscrever nessa competição!

Site para inscrições: www.pr.senai.br/desafio
Dúvidas: desafio@pr.senai.br

CAPITAL DA INOVAÇÃO: FLORIANÓPOLIS

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Veja <aqui> como foi o Encontro da Capital da Inovação Florianópolis!

A Capital da Inovação Florianópolis reuniu os grandes players da região e reforça suas ações de conexão entre startups e grandes empresas no Movimento 100 Open Startups!

A Recepeti-Rede Catarinense de Inovação reúne entidades públicas e privadas de SC e proporciona a integração com incubadoras, parques tecnológicos, núcleos de inovação tecnológica e outros atores. Estes parceiros se unem com um objetivo comum: fomentar a participação de empreendedores da região que estão dispostos a desenvolverem suas ideias inovadoras em conjunto com as grandes empresas do movimento Open Startups.

Aos empreendedores interessados em conhecer mais sobre o ecossistema de empreendedorismo em Florianópolis e região, veja o que nossos parceiros de lá descreveram sobre o amadurecimento deste ambiente:

Excelentes universidades, polo inovador e sustentável, incentivos fiscais, aliados a uma excelente qualidade de vida, com praias encantadoras, o melhor IDH e os melhores índices de mobilidade urbana, a cidade atrai muitas pessoas, inclusive com o objetivo de empreender e abrir novos negócios.

A cidade conta com uma localização privilegiada, pois está a menos de 200 km das outras duas maiores cidades do Estado de SC: Joinville e Blumenau.

Pesquisa realizada pela Endeavor destaca Florianópolis no topo da lista das melhores cidades brasileiras para empreender. O ranking foi elaborado com base em sete itens: ambiente regulatório, infraestrutura, mercado, acesso a capital, inovação, capital humano e cultura empreendedora.

Florianópolis se destaca também em tecnologia. O polo começou a se estruturar em 1984, com a criação da Fundação CERTI. Dois anos depois nasceu a ACATE – Associação Catarinense de Empresas de
Tecnologia – que articula ações entre o setor tecnológico catarinense, centros de ensino e pesquisa e agências de financiamento.

Hoje a cidade já soma 600 empresas do setor que fatura R$1 bilhão por ano e crescem a uma média anual de 15%.

Outra vantagem é o surgimento de um mercado de investidores – Anjo na cidade, formado por empreendedores de geração anterior que começaram a investir em Startups após vender os seus negócios para grandes corporações.

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CAPITAL DA INOVAÇÃO: CAMPINAS

Post Campinas

Confira <aquicomo foi o Encontro da Capital da Inovação Campinas!

A Capital da Inovação Campinas reforça suas ações de conexão de startups com o mundo corporativo.
Com forte veia empreendedora, a Capital Campinas se conecta ao movimento Open Startups e conta com a colaboração da Agência de Inovação Inova Unicamp, Baita Aceleradora, IVP – Inova Venture Participações, Unicamp Ventures e todos seus parceiros para alavancar a participação de empreendedores da região abertos a desenvolver suas ideias inovadoras contando com a experiência das grandes empresas.

Aos empreendedores interessados em conhecer mais sobre o ecossistema de empreendedorismo em Campinas e região, veja o que nossos parceiros de lá descreveram sobre o amadurecimento deste ambiente:

Assegurar vantagem competitiva às empresas, em especial, as startups, é um dos pilares sob os quais se firma um ecossistema empreendedor de excelência. Campinas está entre as cidades brasileiras que desponta nesse sentido. Alinhando não somente ensino de ponta, incentivos fiscais e parâmetros legais, o município concentra também diversos players e iniciativas que saltam aos olhos de empreendedores de todo País e fazem, inclusive, alguns deles deixarem suas cidades de origem para se aventurarem no interior paulista.

Essa foi a decisão de Fabrício Bloisi, CEO da Movile – empresa que atua no desenvolvimento de plataformas de comércio e conteúdo móvel –, quando resolveu deixar Salvador e se mudar para Campinas para estudar na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Em 1998, ele abria sua empresa na cidade.

O mesmo fez Iron Daher, CEO da Griaule – empresa que trabalha com tecnologia biométrica –, ao sair de Goiânia para também estudar na universidade e, a partir de 2003, ficar incubado na Incamp (Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp).

O curioso é que mesmo com o passar dos anos, ambos mantêm a sede de suas empresas em Campinas, ainda que seus mercados de atuação hoje em dia extrapolem as fronteiras brasileiras. A Movile, por exemplo, tem 12 escritórios espalhados pelo mundo, um deles no Vale do Silício.
Assim como eles, são muitos os exemplos de empreendedores que se interessam por Campinas. Berço da ciência, tecnologia e inovação, a cidade carrega em sua história alguns marcos nessa área e que hoje são refletidos em vantagens competitivas para quem aqui se instala, fortalecendo ainda mais esse ecossistema.

Foi em 1887, quando Dom Pedro II fundou o IAC (Instituto Agronômico de Campinas), que essa vocação começou a tomar forma. Promotor de significativas inovações na agricultura, o Instituto alcançou em 2015 o recorde em lançamento de cultivares: foram 15 só no primeiro semestre. Ao todo, em 128 anos de história, o IAC já lançou 1.034 cultivares, de 99 espécies.

No ano de 1966, a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) começa a fazer parte dessa história. Criada a partir do Projeto Zeferino, que vislumbrava uma universidade bastante alinhada às demandas do setor produtivo, a Unicamp nunca se afastou dessa cultura ao longo do tempo, o que permitiu o desenvolvimento econômico e industrial da região.

A Unicamp é responsável hoje por 15% de toda a pesquisa acadêmica do Brasil e é uma das universidades que lideram, em número de patentes, o ranking do INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). Atenta às demandas das empresas, a universidade mantém relacionamento direto com as mesmas a partir de convênios de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) e contratos de licenciamento, além de consultoria e serviços. Só em 2014, foram assinados oito convênios de P&D e onze contratos de licenciamento, de acordo com a Agência de Inovação Inova Unicamp.

No que tange empreendedorismo, a Unicamp tem registrado 286 empresas-filhas ativas no mercado, que são responsáveis por empregar 19,2 mil. E o faturamento anual somado já ultrapassa R$ 3 bilhões. Mais uma prova de como a região é atrativa para os empreendedores: o Estado de São Paulo lidera disparado o ranking quando se trata de localização: 93,6% de todas as empresas-filhas têm sede aqui. E a cidade que mais sente os reflexos econômicos dessa pujança é Campinas, pois 67,5% delas estão no município.

Colaboração entre os players é outro ponto importante e que Campinas está à frente. Dentro da própria Unicamp, existe o grupo Unicamp Ventures, uma rede de relacionamento e colaboração entre empreendedores ligados à universidade – alunos, ex-alunos, professores, ex-professores, funcionários, incubados e graduados da Incamp.

A ACS (Associação Campinas Startups) também é outro exemplo de interação muito produtivo. A Associação é uma entidade sem fins lucrativos, que iniciou suas atividades em 2010, cujo grande objetivo é elevar o grau de maturidade das startups que possuam algum vínculo com a Região Metropolitana de Campinas. Hoje, são 53 empresas associadas, com faturamento que ultrapassa R$ 20 milhões.

Outras instituições que colaboram fortemente para esse ecossistema de inovação são os parques científicos e tecnológicos. Existem cinco parques hoje na cidade. São eles: o CPqD, criado em 1976; o Centro da Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer, de 1982; a Companhia de Desenvolvimento do Polo de Alta Tecnologia de Campinas (Ciatec), de 1991; o Technopark, de 1997; e o Parque Científico e Tecnológico da Unicamp, de 2008.

Está em fase de implementação também o Agropolo Campinas-Brasil, que será fundamentado no conceito da inovação colaborativa, com uma nova estratégia para promover pesquisa, desenvolvimento e inovações tecnológicas de produtos e serviços, para o setor agroindustrial.

Com tantas iniciativas, o poder público ficou encarregado de também fazer sua parte e cooperar.
Em dezembro de 2004, foi instituída na Câmara de Vereadores de Campinas a Comissão Parlamentar Permanente de Ciência, Tecnologia e Inovação, que visa, de acordo com o Regimento Interno da Casa de Leis, “promover no âmbito municipal iniciativas em defesa do desenvolvimento científico e tecnológico do Município; acompanhar as discussões, em âmbito estadual, nacional e internacional, na área da ciência e tecnologia, que possam contribuir para este setor em Campinas”. Além disso, emite parecer em projetos pertinentes à questão da ciência e tecnologia.

Em 2013, foi criada a Aceleradora Campinas, a primeira aceleradora municipal do país. A ação é fruto de uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Campinas e o Núcleo Softex Campinas.
Particularmente, o Núcleo Softex Campinas realiza ações de fomento ao desenvolvimento sustentado das empresas de TIC nas áreas de qualidade, exportação, capacitação e formação de capital humano, busca de recursos financeiros e incubação de empresas nascentes.

Nesse sentido, há também a Incamp (Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp), como citado anteriormente, e a Baita Aceleradora – essa última é uma iniciativa privada.

Oferecendo no município uma maior vantagem competitiva para essas empresas, em novembro de 2014, o Executivo Municipal sancionou a lei 14.920, que dispõe sobre a concessão de incentivos fiscais no município de campinas às empresas enquadradas como startups. O benefício prevê isenção total do IPTU (Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana) até o limite da área construída de 120 m² ou do valor anual do imposto equivalente a mil UFICs – o valor da Unidade Fiscal de Campinas está em R$ 2,79. A legislação prevê ainda redução da alíquota do ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) para 2%, sobre a receita tributável de prestação de serviços no município de Campinas.

Segundo a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Social e Turismo, da Prefeitura de Campinas, chega a 1.800 o número de beneficiados pela Legislação.
Já nesse ano, Campinas deu mais um importante passo para consolidar seu ecossistema. A Prefeitura lançou o Planejamento Estratégico de Ciência, Tecnologia e Inovação para os próximos 10 anos – de 2015 a 2025.

De acordo com o Executivo, “objetivo do Planejamento é que a cidade gere conhecimento, empreendedorismo, formulação e implementação de políticas públicas, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental e para a qualidade de vida de seus cidadãos”.
São 12 metas principais que constam no planejamento: equiparação dos níveis de qualidade de ensino aos de países desenvolvidos; equiparação do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) ao de cidades de países desenvolvidos; internet para todos os cidadãos – de acordo com a Prefeitura de Campinas, hoje 60% das residências da cidade têm equipamentos conectados à web –; tecnologia para cidadãos de todas as classes sociais e, por meio dela, os munícipes poderão participar das decisões governamentais; a tecnologia será amplamente empregada em serviços públicos, especialmente na saúde e na segurança; criação de um Observatório Municipal de Conhecimento e Inovação e de um Museu de Ciências da cidade.

A Prefeitura Municipal ainda prevê a criação de políticas para a implantação – segundo eles, em larga escala – de alternativas de energia no município.

No ano de 2025, quando se encerra o ciclo desse planejamento, pretende-se ter uma escola técnica municipal com ensinos técnico e tecnológico para atender à demanda por mão de obra. Além disso, estuda-se a criação de uma agência municipal de desenvolvimento para aproximar a administração direta com as empresas, por meio de ações de desburocratização, melhoria de processos, extensão do pacote de incentivos fiscais para ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) e taxas para empresas intensivas em conhecimento. Criação de um pacote de incentivos fiscais voltado para a adoção de tecnologias limpas de tratamento de água e eficiência energética, e criação de um Fundo de Inovação para financiamento de projetos de Ciência, Tecnologia e Inovação.

São iniciativas assim, capazes de mudar a dimensão dos negócios locais e de construir um ambiente de colaboração, que fazem ressaltar o protagonismo da cidade de Campinas em empreendedorismo e inovação.

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